IMPRENSA

MONSTRA
Fit – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto | Julho/2019
Movências de uma mutante orgânica – por Luiz Felipe Reis
https://www.fitriopreto.com.br/2019/olhares-criticos/movencias-de-uma-mutante-organica/
“(…) Medusa como figura representativa das forças terrenas, e por diferentes motivos: a Medusa vive no fundo da terra, e não no Olimpo; é uma figura feminina, e não o Antropos masculino; é mortal, pois vem do húmus e ao húmus voltará; e também porque Medusa representa uma inteligência tentacular — as cobras que saem da sua cabeça –, sistêmica, como a Terra. “Monstra”, sem dúvida, manifesta essa qualidade de “inteligência tentacular”, e funciona, em cena, como um sistema corpóreo cujos braços e pernas (tentáculos) não cessam de criar conexões, relações, movimentos, ou seja, formas de vida.
(…) “Monstra” é uma obra “monstra” porque cria e desfaz imagens enigmáticas e inomináveis, e porque, sob à luz do conceito de “monstro”, de Antonio Negri, busca “continuamente transformar nossa carne em novas formas de vida” (NEGRI, Antonio).
Revista BRAVO! | Junho (internet) e Dezembro (impressa)/2018
Monstruosos Corpos – por Renato Gonçalves
https://medium.com/revista-bravo/monstruosos-corpos-7e850a35cb72
“A frágil condição humana frente à tirânica natureza é uma das questões menos encaradas na cultura ocidental. A civilização, com seus dispositivos de poder, é projetada contra uma natureza selvagem, em uma operação que resulta na falsa ideia de que homem e natureza são conceitos excludentes. Porem, não nos enganemos: entre homens e plantas há muito mais em comum do que se quer acreditar. É a partir de uma perspectiva daimônica, na qual não há espaço para a moral civilizatória, da natureza e da humanidade, que nasce MONSTRA, a coreograa-colagem de Elisabete Finger e Manuela Eichner”
Revista da Gol | Julho/2018
Encontros Possíveis – por Adriana Couto
https://www.voegol.com.br/pt/servicos-site/Magazine/GOL196_COMPLETA.pdf
p.24 do arquivo PDF / p.46 da revista impressa
“Ela (Elisabete Finger) sabe que, muitas vezes, o que temos dentro de nós não pode ser contido. O selvagem ignora a ordem para engolir o doméstico a qualquer tempo. Está investigando como abolir tantas contenções e linhas impostas ao corpo no mundo. Ela explora as sensações entre a delicadeza e o delírio, entre o grito e o gozo. Ela é uma monstra.”
Texto Curatorial – Outros Nomes,, Outrxs DeusesExposição Manuela Eichner | Março/2018
Por Paulo Miyada
https://files.cargocollective.com/c49960/ManuelaEichner_OutrosNomesOutrxsDeusxs_OnePager_A2.pdf
“A domesticidade de ambas, mulheres e plantas, é colocada em questão em uma sequência de atos – os corpos se dobram, acolhem-se uns aos outros, testam equilíbrios e desafiam inércias. Com o tempo, as plantas colocam as dançarinas a nu, ou vice-versa. O neologismo “monstra”, então, é evocado como elogio de tudo que escapa à docilidade decorativa: alguma interioridade selvagem.”
Revista Transversal Antro Positivo | Setembro/2017
Monstra – por Ruy Filho
https://www.facebook.com/antropositivo/posts/uma-coreografia-colagem-sobre-pessoas-e-plantasassim-se-auto-define-o-espet%C3%A1culo/1456665154420862/
“Monstra é radicalmente um manifesto feminino, plausível de existir apenas se trazido por mulheres, e por isso diz respeito ao humano e não somente a gêneros.”